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Foi carnaval.

Esse certamente não foi o meu primeiro carnaval com a Cecília, mas foi o primeiro em que posso dizer que ela literalmente pulou e brincou.

Em Santos, onde passei esse carnaval, não existe mais baile de salão. Na minha adolescência, quando não viajava nessa época, estava lá eu e amigos, azarando e bebendo até não poder mais. Nesses clubes onde aconteciam os bailes, havia matinês para as crianças e lembro-me da molecada e pais se divertirem a valer.

Nos tempos atuais, o único lugar que dava para fazer alguma coisa desse tipo era no Sesc. Rolou uma “matinê” para todas as idades, de apenas 1h30min. Beleza, vai! Para quem não tinha nada (…) está de bom tamanho!

Dos 4 dias, levamos a pequena em 3 e em cada um, com uma fantasia diferente.

Baiana, bailarina e joaninha eram os figurinos que escolhemos para ela. Jogamos confete adoidado. Pulamos e dançamos do mesmo jeito. Foi uma delícia.

Nos momentos que parava para tomar uma água, ficava olhando a minha filha e lembrando das matinês da minha época, dos trenzinhos, dos “alalaôôs”, das ventarolas (…) me peguei pensando: Filha, será que você poderia ficar com 1 ano e meio para sempre?!

Não queria pensar nisso (…) nem antecipar o sofrimento do pai que aqui vos fala (…) mas foi inevitável!!!!

🙁

Texto-30---Foi-Carnaval

 

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comentário(s)

Well Bonfim

39 anos, empresário, santista de nascimento e roxo de coração e papai sofredor da Cecília