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Minha carrapatinha.

 

Não tem pra ninguém. Agora todo dia lá em casa tem sessão pipoca de Hotel Transylvania. A Manoela simplesmente apaixonou por essa animação do genial Genndy Tartakovsky. De quebra, levou a família toda no embalo.

Se você ainda não viu, caro sofredor, tá perdendo a oportunidade de se identificar com o Conde Drácula, um pobre vampiro que tenta proteger sua filha dos males do mundo. Entre eles, os “namorados”.

E é aí que a coisa fica engraçada no filme. E desesperadora pra gente. Porque a trama se desenvolve em torno deste tema.

Além de também me deixar viciado no filme, a Manoela decorou várias falas. As que ela mais curte são das cenas do serviço de quarto pro Lobisomem, do salto ornamental do Frankenstein na piscina e da música final.

Ah, amigo (…) a música final. É um barato deixar ela sozinha nessa hora e ficar só de butuca ouvindo. Parceiro, eu morro de rir. Principalmente na hora do refrão, que diz “você é meu tchan”. Aí depois vem um calafrio que corre do fim da espinha direto pra nuca porque eu caio na real do que significa o “tchan”.

No final das contas, o filme é uma verdadeira declaração de amor de um pai à sua filha e mostra até aonde ele vai para protegê-la de tudo e de todos. Nada parecido com o nosso dia a dia, né? rsss

Não é preciso dizer que a Manu virou minha carrapatinha. Não só pelo igual tratamento que o Drácula dá à sua filha, mas também pela aparência de vampirinha que ela adquiriu com a nova janelinha.

foto_manuela

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Maurício Pedroso

Sofredor 4.1, publicitário, Tricolor de Coração (Deus no céu e Fluminense na terra) e pai da Manoela.